Vinte respostas diretas sobre encaixe, formato, segurança, IA, logística, resultados e investimento.
Para jovens de 14 a 17 anos. É a fase em que o autoconhecimento e o pensamento crítico fazem mais diferença — e em que ainda há tempo de moldá-los antes das grandes decisões de carreira.
Não. A Jornada não é um curso técnico. Ele vai usar IA, mas o foco é o que nenhuma ferramenta substitui: pensar com clareza, escutar, se posicionar e construir com empatia. Começamos do zero.
Sim — e costuma florescer. Trabalhamos em squads pequenos, com escuta ativa e papéis que respeitam o perfil de cada um. A ideia não é transformá-lo em outra pessoa, e sim dar estrutura e confiança para ele se posicionar do jeito dele.
O programa foi desenhado exatamente para isso: blocos curtos, mão na massa, movimento e desafios reais — quase nada de “ficar sentado ouvindo”. A energia vira combustível, não problema.
No máximo 30. A turma é deliberadamente pequena: é o que garante voz, atenção e palco para cada um.
Uma semana de imersão presencial intensa, seguida de encontros online ao longo do mês e um grande encerramento. O calendário exato é confirmado a cada turma, sempre respeitando as férias da família.
A enxergar o mundo por dados e não por manchetes, a escutar de verdade e defender uma ideia com estrutura, a usar IA como amplificadora do próprio pensamento (com ética), a se conhecer melhor e a construir com e para as pessoas. Não é treinamento de ferramenta — é o núcleo humano que diferencia em qualquer carreira.
Cada squad assume um problema humano real e percorre o caminho de quem inova de verdade — do problema ao protótipo —, sempre começando pela empatia: nada sobre nós sem nós. É aprender fazendo, não assistindo.
Temas que importam, como inclusão de pessoas com deficiência, empregabilidade de quem está à margem, segurança das crianças no mundo digital, cuidado com a terceira idade e saúde mental. Tecnologia a serviço de gente.
Sim, de forma supervisionada e com ferramentas adequadas à idade, mediante consentimento dos responsáveis. Mais do que usar, ele aprende a usar com consciência — incluindo como reconhecer deepfakes e cuidar da própria reputação digital.
O encerramento: cada squad apresenta seu projeto num palco real, diante de uma banca de famílias, com um convidado especial e celebração. É onde tudo o que foi aprendido vira entrega. Acontece em formato híbrido — presencial em São Paulo e transmitido ao vivo, para que jovens e famílias de fora participem sem precisar de uma segunda viagem.
Não. É uma celebração — todos brilham. Reconhecemos o esforço de cada squad, sem criar “perdedores” no momento mais importante da jornada.
Sim. Os jovens entram por dentro de empresas globais de tecnologia em São Paulo, como a Blip e a Meta (dona do Facebook, do Instagram e do WhatsApp), para ver de perto como a tecnologia que estudam é construída e decidida.
Com transporte e acompanhamento dedicados, supervisão de adultos e autorização prévia dos responsáveis para cada deslocamento. A logística é combinada com as famílias com antecedência.
Sim, registramos os momentos do programa, para a memória da turma e materiais. Tudo mediante autorização de uso de imagem dos responsáveis, de acordo com a LGPD.
Os encontros online dão flexibilidade, e o desenho do mês respeita as férias. Os momentos presenciais e o encerramento são os mais importantes de garantir; o restante se ajusta.
Sim, e pensamos a jornada para isso. A viagem a São Paulo é uma só: a Semana de Impacto, a imersão presencial no começo de julho. Os encontros ao longo do mês são online e o Demo Day é híbrido — vocês participam ao vivo pela transmissão, com pitch na tela e a cerimônia de entrega do crachá, que enviamos pelos Correios antes do dia. Deslocamento e hospedagem dessa única semana ficam por conta da família, com o calendário entregue com antecedência.
Um mapa do próprio perfil comportamental e uma direção; pensamento crítico que vale para a escola, o vestibular e a vida; fluência prática em IA com ética; uma rede de contatos de verdade; a experiência de palco; e o crachá de eterno estagiário.
Sim. Há uma continuidade de mentoria após a jornada, em grupos pequenos, para que o que mudou no seu filho não se perca quando as férias terminam.
Apoiar sem assumir. Haverá momentos com as famílias e pequenas missões em casa — e o melhor que vocês podem fazer é escutar sem resolver. “Nada sobre nós sem nós” também vale na mesa de jantar.
A Jornada do Eterno Estagiário custa R$ 12.000 e pode ser parcelada em até 12x de R$ 1.000 sem juros no cartão — ou R$ 10.800 à vista no PIX (10% de desconto). As condições da turma são confirmadas na matrícula.
Fale direto com a Manu pelo WhatsApp — ela responde tudo e conduz a sua reserva.